quarta-feira, 29 de junho de 2011

VEM AÍ...

II SEMANA DE LUTA PELOS DIREITOS HUMANOS E RESPEITO À DIVERSIDADE SEXUAL EM INDAIATUBA!

CONFIRMADISSÍMO

DE 05 À 11 DE SETEMBRO DE 2011.
Encerramento do dia 11/09/2011 com II Parada gay de Indaiatuba. (Lutamos não por 1 dia de diversão e sim por TODOS os dias de respeito ao próximo!)

BREVE PROGRAMAÇÃO!

PODEMOS ADIANTAR QUE ESSE ANO TODO O EVENTO VAI CONTAR COM PARTICIPAÇÕES PRA LÁ DE ESPECIAIS!

VENHA E PARTICIPE TAMBÉM!

LUTAMOS POR RESPEITO!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Entenda o que muda a partir do reconhecimento da união homoafetiva

A advogada especialista em direito homoafetivo, Heloísa Gama Alves, explica o que muda, em termos práticos, após a aprovação desta importante mudança em nosso país!


Os casais homossexuais poderão pleitear os mesmos direitos dos casais heterossexuais?

A partir desta decisão qualquer casal homoafetivo pode fazer um contrato de união estável ou uma declaração de união estável em cartório e ter certeza de que este direito será reconhecido na Justiça. Antes, nós advogados já orientávamos os casais a fazerem esses documentos, porém, quando eles eram levados à Justiça, não havia a certeza se o juiz iria reconhecer este material. Com essa decisão, o problema está sedimentado na Justiça.

Qual a diferença entre a união homoafetiva e o casamento homossexual?

O casamento homossexual, por ora, continua não sendo possível. É provável que a próxima luta do movimento LGBT seja pelo direito ao casamento homossexual. Quando um casal do mesmo sexo decide pela união estável, não se pode mudar o sobrenome. Isso é permitido apenas no casamento civil. O Estado Civil da pessoa também não muda. Se uma pessoa é casada, mas possui uma união estável com outra pessoa aí se trata de concubinato. A bigamia só se aplica ao casamento, ou seja, a quem é casado com mais de uma pessoa.

O que muda em relação à adoção?

Já houve casos em que a Justiça decidiu dar a guarda conjunta a um casal homossexual, mas muitas lésbicas e gays tinham medo de tentar adoção conjunta e entravam com ações individuais, o que é péssimo para a criança. Se houve uma adoção individual e o companheiro (a) homossexual deseja incluir seu nome na guarda da criança, isso é juridicamente possível.

Como fica divisão da herança em caso de morte?

A união estável não dá os mesmos direitos na questão de herança. O casal pode e deve fazer uma escritura de união estável ou contrato particular de união estável, para dizer qual regime de bens vale para os dois. Caso não tenha sido feito um contrato ou escritura, aí passa a valer o regime parcial de bens. O companheiro (a) terá direito à meação (50%) dos bens, enquanto os demais herdeiros (filhos, pais) dividem os restantes 50%.

E quanto aos planos de saúde?

A maioria dos planos já permitia o parceiro homossexual como dependente. Agora eles não podem criar nenhum tipo de embaraço para a inclusão.

Como fica a inclusão de homossexual como dependente em clubes?

Em 2010, um famoso clube da capital paulista negou a um de seus sócios que seu parceiro fosse integrado à instituição como dependente. Na época, a instituição se baseou no argumento de que não cabia ao casal o regime de união estável. Com essa decisão do STF, se eu fosse o sócio que teve o pedido indeferido, entraria com um novo pedido.

E quando o casal decide se separar?

Um dos dois pode entrar com uma ação de reconhecimento por união estável. O que muda é que antes muitos juízes não julgavam como um caso da Vara de Família e sim como uma sociedade de fato, ou seja, uma sociedade comercial em que o parceiro tinha que comprovar, para fins de partilha, que tinha contribuído para formar os bens do casal. A partir de agora passa a valer o regime de união estável e dissolução, ou seja, a comunhão parcial de bens, em que são divididos meio a meio os bens adquiridos após o início da união do casal. Mesmo assim, ressalto a importância de se elaborar um contrato de união estável, é um documento muito fácil de fazer.

Fonte: eBand e http://noticias.primeiramao.com.br/entenda_o_que_muda_a_partir_do_reconhecimento_da_uniao_homoafetiva_content_ct_7373_2236_.aspx

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

1º Parada Gay de Indaiatuba reúne 10 mil

A primeira Parada GLSBT (Gays, lésbicas, Simpatizantes, Bissexuais e Transexuais), de Indaiatuba, reuniu ao menos 8 mil pessoas neste domingo, dia 12, segundo cálculos da Polícia Militar.
A concentração aconteceu na Praça Prudente de Morais, no Centro até as 15h30. O movimento seguiu em direção a Praça Rui Barbosa, onde ouve apresentação do um grupo de dança de rua de Salto, e 13 de Maio. Ainda passou pela Rua 24 de Maio, Pedro de Toledo, Av. Itororó e Av. Pres. Kennedy, fechando o ato no Parque Ecológico, onde ocorreu vários Shows, com a participação de Balé Contemporâneo, MPB , sertanejo Universitário e música eletrônica. “Foi um sucesso absoluto”, afirmou Welington Ribeiro, um dos organizadores do evento. “Esperávamos entre mil e quinhetas a duas mil pessoas. Todas as nossas expectativas foram superadas”, finalizou Welington  que já pensa na parada do ano que vem.
Dezenas de cidades da região estiveram “representadas” no evento. “Sou de campinas e a festa aqui esta muito bonita. Não esperava tanta gente”, comentou a estudante Jennifer Estefani.
A Parada teve o apoio da Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana,  Demutran, além de Ongs e empresários da cidade. 
Os organizadores discordam dos números da Polícia Militar e afirmam que o evento contou com mais de 15 mil pessoas.
A passeata de domingo foi o encerramento da Iª Semana de Luta pelos Direitos Humanos e Respeito à Diversidade Sexual de Indaiatuba, que contou com várias atividades como palestras sobre DSTs/HIV/AIDS, mostra de cinema temático, atividades culturais e gincanas.
Fonte: Jornal MaisExpressão
http://maisexpressao.com.br/index.php?p=ekZXYWpsR2R2NTJYeVZHYg=&id_noticia=PT13TnpFak0=&ref=PTAyYw==#6

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